Paixão Colorada
Nani Chemello: a importância da Recopa Gaúcha para o Inter
Possível título não interfere na temporada do time


A decisão do Inter de utilizar um time alternativo contra o Brasil de Pelotas na decisão da Recopa Gaúcha, nesta quarta-feira (6), às 20h, é coerente com o momento do clube. A informação foi revelada por Abel Braga na zona mista após a vitória contra o Fluminense.
A ideia de mesclar jogadores com pouca minutagem com atletas do sub-20 abre espaço para que peças que já deram bons sinais no começo do ano voltem a ser observadas.
Nomes como Alisson, Benjamin, João Victor e João Bezerra, jovens talentosos, merecem essa nova oportunidade, especialmente após bons desempenhos no Gauchão. Mais do que rodar elenco para evitar desgastes, é uma chance de aumentar as opções para a temporada.
O Inter acerta ao tratar o jogo como tratou o início do Estadual: utilizando o contexto para testar. Funcionou naquele momento. Classificou em primeiro lugar geral e, melhor que isso, definiu Allex como peça importante para o ano. Pode funcionar agora outra vez.
Até porque o peso da Recopa Gaúcha é baixo. O possível título já é coadjuvante por si só, mas diante de um calendário com outras prioridades, perde ainda mais relevância. O Brasileirão, mesmo após a vitória recente, merece foco total, pois o time segue próximo da zona de rebaixamento e enfrenta um adversário direto na próxima rodada. Além disso, logo na sequência há um compromisso decisivo pela Copa do Brasil.
No fim, o que vale em Pelotas é o entorno, não a taça. É a chance de o time dar uma alegria para a torcida local, que reencontra o Inter após algum tempo. A felicidade desses torcedores é a real e única importância de vencer a partida.
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