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Seu Problema é Nosso21/09/2018 | 11h27Atualizada em 21/09/2018 | 11h43

Espera por ônibus acontece no escuro, no Centro Histórico de Porto Alegre

O estudante de arquitetura Marcos Maierhofer, 21 anos, passa pelo local diariamente desde 2015

Espera por ônibus acontece no escuro, no Centro Histórico de Porto Alegre Arquivo Pessoal / Leitor DG/Leitor DG
Foto: Arquivo Pessoal / Leitor DG / Leitor DG

Aguardar pelas linhas de ônibus 608 (IAPI) e 637 (Chácara das Pedras) à noite se tornou uma tormenta para os passageiros. O terminal, que fica na Praça Dom Feliciano, no Centro Histórico de Porto Alegre, é tomado pelo breu e pela sensação de insegurança. O estudante de arquitetura Marcos Maierhofer, 21 anos, passa pelo local diariamente desde 2015. 

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Conforme seu relato no aplicativo Pelas Ruas, do Grupo RBS, a praça tem postes de iluminação, mas a luz não chega na parada por causa da altura das árvores. Uma alternativa, para ele, seria colocar luminárias ao lado do terminal. Medo Atentas para não perder o ônibus — e não se tornar alvos de assaltantes —, as pessoas esperam pelo coletivo com medo de tirar o celular do bolso. 

Atender a uma ligação ou responder mensagens no dispositivo torna-se uma tarefa apenas para emergências. Se alguém transitar com o passo mais apressado ou com o rosto um pouco coberto pelas roupas, o pavor é instantâneo. 

— Às vezes, alguém passa de repente e tu toma um susto. Não dá para ver nada — diz o estudante. 

Vistoria seria realizada até hoje

Em nota, a Secretaria de Serviços Urbanos da prefeitura informou que quatro luminárias da praça passaram por manutenção após o contato da reportagem, na sexta- feira passada. Até hoje, seria feita uma vistoria para avaliar a iluminação noturna “ visando o conforto visual e da segurança dos pedestres e condutores”. A pasta reitera, ainda, que solicitações de serviços devem ser protocoladas por meio do telefone 156. 

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