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Seu Problema é Nosso12/11/2018 | 10h29

Bebê precisa de respirador mecânico para poder sair do hospital, em Arroio Grande

Hospitalizado em Pelotas desde seu nascimento, Lucca Cunha sofre da síndrome de Dandy-Walker

Bebê precisa de respirador mecânico para poder sair do hospital, em Arroio Grande Arquivo Pessoal / Leitor DG/Leitor DG
Flávia, Lucca (E) e Enzo (D) Foto: Arquivo Pessoal / Leitor DG / Leitor DG

O pequeno Lucca Cunha, um ano, ainda não conhece seu lar. Hospitalizado em Pelotas desde seu nascimento, o bebê sofre da síndrome de Dandy-Walker – uma malformação no cérebro – e precisa de um respirador mecânico para poder morar com sua mãe, Flavia Cardoso, 24 anos, em Arroio Grande, também no Sul do Estado. 

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A doença foi descoberta ainda na gestação, durante uma ultrassonografia. Flavia já era mãe de Enzo, três anos, que também sofre de um problema raro, a síndrome de West. A doença causa espasmos e afeta as capacidades cerebrais. O comunicado dos médicos abalou Flavia. 

– Naquela hora, parecia que meu mundo iria desabar. Eles me diziam que eu poderia perdê- lo na barriga ou que ele poderia vir a óbito quando nascesse. Mas sempre segui lutando – conta. 

Dificuldades Segundo Flavia, desde o nascimento de Lucca, cada dia é uma batalha vencida. Até os dois meses de vida, o bebê estava internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) neonatal do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE-UFPel). 

– Ele tinha que ser transferido para uma UTI pediátrica, mas não tinha naquele hospital. Então, precisou ser entubado para a transferência ao Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP). Chegando lá, não conseguiram tirá- lo mais do tubo – relembra Flavia. 

Viagem Impossibilitada de trabalhar devido à necessidade de cuidar de Lucca e Enzo, Flavia teve que voltar a morar com os pais. Além disso, ela tem que se deslocar semanalmente ao hospital, em Pelotas. A distância é de cerca de 95 quilômetros, e a viagem dura uma hora e meia. 

Para Lucca poder morar com a mãe, que reside no município de Arroio Grande, é necessário que haja uma estrutura semelhante à de um hospital. Para isso, Flavia tenta arrecadar R$ 50 mil para a compra de um respirador mecânico hospitalar. 

– Acho que meu filho deveria ter a oportunidade de vir pra casa. Conviver com a mãe e com o irmãozinho dele. Estou tentando de tudo. Não perco minha fé – afirma Flávia. 

Saiba como contribuir

/// Acesse a vaquinha online.

/// Clique no botão verde onde se lê "Contribua". Faça um pequeno cadastro e escolha a forma de pagamento. 

/// Clique em "Contribuir", ao final do cadastro.

/// Doações em dinheiro: Agência 4809, operação 013, conta corrente 00002352-4, Caixa Econômica Federal, em nome de Flavia Medeiros Cardoso.

Produção: Ásafe Bueno

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