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Seu Problema é Nosso23/05/2019 | 09h51Atualizada em 23/05/2019 | 09h51

Esgoto continua sem conserto no bairro Umbu, em Alvorada

O problema ocorre em frente à casa da auxiliar administrativa Nair Eneida Silva de Almeida, 28 anos, na Rua Tupã

Esgoto continua sem conserto no bairro Umbu, em Alvorada LeitorDG / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
A água que Nair utiliza acaba transbordando em frente a sua casa Foto: LeitorDG / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

O problema que atrapalha a rotina da auxiliar administrativa Nair Eneida Silva de Almeida, 28 anos, ainda não foi solucionado. Ela, que é moradora da Rua Tupã, 771, no bairro Umbu, em Alvorada, conta que o esgoto cloacal transborda por uma tampa de bueiro, que fica em frente ao portão da sua casa. A água suja invade parte da rua, trazendo incomodações para a auxiliar. 

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Segundo Nair, em qualquer utilização de água, como ao lavar roupas, tomar banho ou usar a pia, o líquido extravasa, fica acumulado e, às vezes, escorre até a esquina. O Diário Gaúcho mostrou a situação na edição do dia 29 de março deste ano

À época da reportagem, o titular da Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov), Liberto Mentz, garantiu que uma análise seria feita na região, pois não haveria registro da existência de canalização para uma rede pública de esgoto na rua de Nair. Contudo, segundo a moradora, ela não percebeu a visita técnica. 

Tentativa 

— Durante os dias de chuva, a situação fica pior, pois a água leva esgoto para frente das casas dos vizinhos. Na primeira vez que fiz a reclamação para o jornal (DG), meus vizinhos me contaram que o pessoal da prefeitura esteve aqui e informou que não havia saneamento básico. Mas então, para onde vai todo o esgoto dos vizinhos? — questiona Nair, com indignação. 

Ela se preocupa com a água que fica parada e com o risco da proliferação de mosquitos. Conforme a moradora, tentou diversas vezes entrar em contato com a Smov: 

— Me informaram (a Smov) que precisaria de um caminhão de hidrojateamento emprestado pela Corsan para fazer o serviço na minha residência. Mas nunca conseguiram esse caminhão para me atender.  Daqui a pouco, eu mesma vou comprar os canos e abrir um buraco para encontrar o problema. 

Além disso, ela destaca que a casa foi comprada por meio de um financiamento feito pela Caixa Econômica Federal: 

— Como que o banco iria autorizar um financiamento se não houvesse saneamento básico de água e de esgoto?

Secretário oferece mão de obra 

Procurado pela reportagem, o secretário da Smov, Liberto Mentz, confirmou que esteve no local e verificou que o esgoto da casa de Nair não tem ligação com a rede pública de canalização. Segundo ele, moradores ligaram por conta própria os canos a uma rede que passa paralelamente, assim o esgoto produzido é transferido para outra rua. 

A solução mais imediata para o problema de Nair é fazer o mesmo que os vizinhos, de acordo com o secretário. 

— Se ela comprar os materiais, eu disponibilizo a equipe para fazer o serviço de ligar seu esgoto na rede da outra rua. Ela vai gastar no máximo R$ 150 em canos. Vamos tentar dar essa mão — explica o secretário. 

 Produção: Caroline Tidra

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