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Seu Problema é Nosso20/01/2020 | 09h45Atualizada em 20/01/2020 | 10h04

Time de futebol solidário precisa de uniformes para a gurizada

O projeto social de Viamão busca arrecadar cerca de R$ 2 mil para a compra dos uniformes

Time de futebol solidário precisa de uniformes para a gurizada Antônio Marcos Silva da Silva / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Treinos ocorrem todos os sábados pela manhã Foto: Antônio Marcos Silva da Silva / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

Futebol é o esporte favorito de muitas crianças e adultos. No Parque São Cristóvão, em Viamão, não é diferente. Todo sábado pela manhã, a gurizada do bairro tem encontro marcado com o time Sociedade Recreativa (Ser) São Cristóvão para os treinos, que abrangem cerca de 50 crianças e adolescentes de cinco a 16 anos. 

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Os treinamentos, que são oferecidos de graça, ocorrem no campo de futebol comunitário, na Rua Ipês Amarelos. Porém, o time enfrenta dificuldades financeiras que o impedem de comprar os uniformes para os jogos. Por conta disso, uma campanha foi criada com o intuito de levantar o valor necessário, estimado em R$ 2 mil. 

As categorias são separadas por idades. Por falta de uniformes adequados, as crianças menores precisam utilizar os mesmos coletes das categorias mais velhas, por exemplo. 

Futebol é o esporte favorito de muitas crianças e adultos. No Parque São Cristóvão, em Viamão, não poderia ser diferente. Todo sábado, pela manhã, a gurizada do bairro tem encontro marcado com o time Sociedade Recreativa (Ser) São Cristóvão para os treinos de futebol, que abrange crianças e adolescentes de 5 a 16 anos. Os treinamentos, que acontecem de forma gratuita, acontecem no campo de futebol comunitário, na Rua Ipês Amarelos. Porém, mesmo sendo empenhados e dedicados no esporte, o time enfrenta dificuldades financeiras que o impede de comprar uniformes necessários para os jogos. As categorias são separadas por idades. As crianças menores precisam utilizar os mesmos coletes das categorias mais velhas. Por conta disso, uma campanha foi criada com o intuito de levantar o valor necessário para a compra desses equipamentos que estão em falta.<!-- NICAID(14389728) -->
Arthur tem que usar colete para guris maioresFoto: Antônio Marcos Silva da Silva / Arquivo Pessoal

Criação 

A escolinha funciona há quase oito anos, e um dos criadores e organizadores do projeto é o autônomo Antônio Marcos Silva da Silva, 34 anos, mais conhecido como Bulú. De acordo com ele, a ideia surgiu após perceber que o campinho estava sempre ocupado pela criançada da região. Outro motivo que levou à formação do time, de acordo com Bulú, foi o fato de não haver atividades para entreter os jovens no bairro. 

— Estamos tirando as crianças da criminalidade com este projeto. A convivência com outras crianças também é fundamental para o futuro deles — conta Antônio. 

Kauan de Mello da Silva, sete anos, e o irmão, Antony de Mello da Silva, 10 anos, fi lhos do autônomo, também participam da escolinha. O pai diz ter orgulho: 

— Eu me sinto realizado com esse time. Meus filhos e as outras crianças estão tendo uma oportunidade que eu não tive quando era pequeno. 

Rifa 

Muitas das crianças que participam do projeto vêm de famílias que enfrentam dificuldades. De acordo com Antônio, há casos em que os atletas vão para os jogos sem tênis, pois os pais não têm condições de comprar. Para tentar burlar esses obstáculos, os empresários Tamara Noal de Souza, 28 anos, e Éderson Roberto Souza Hipólito, resolveram auxiliar o time e organizar uma rifa para a arrecadação do valor. A campanha, que terminou no dia 10 de janeiro, durou um mês, mas não foi o sufi ciente para arcar com as despesas dos equipamentos: o resultado foi R$ 190. 

Tamara e Éderson, que são pais do Arthur Henrico Souza Hipólito, cinco anos, e Paulo Roberto Souza Hipólito, 11 anos, ambos jogadores do Ser São Cristóvão, não desanimaram e já estão planejando uma nova rifa para breve. 

— A gente ajuda sempre que pode, porque o projeto é muito importante. Tem muita criança aqui que não tem condições de participar de uma escolinha particular, mas que adora o esporte — diz Tamara. 

Como ajudar

/// Doações podem ser feitas na conta do Banrisul, agência 0040, conta 3916850202 ou na Caixa Econômica Federal, agência 0959, operação 013, conta 00044417-7. 

/// As aulas ocorrem todo sábado, às 9h, no campinho da Rua Ipês Amarelos, em frente ao número 300. 

/// Mais informações no telefone (51) 98659-8308, com Bulú. 

Produção: Thayná Souza 

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