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Seu Problema é Nosso30/04/2021 | 07h00Atualizada em 30/04/2021 | 14h52

Novos passos: após vaquinha  feita por família, Taylor realiza cirurgia

O menino de sete anos que nasceu com encurtamento bilateral no tendão de Aquiles precisou de ajuda para arrecadar fundos para a operação e conseguiu 


Menino Taylor após a recuperação <!-- NICAID(14766874) -->
A operação foi feita no Hospital da Ulbra, em CanoasFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

Finalmente, o sonho de caminhar sem dificuldades do menino Taylor Jorge Walther Martins, sete anos, de Alvorada, se realizou. Após uma batalha contra as dores causadas pelo encurtamento dos tendões de Aquiles, registrada em janeiro pelo DG, a família conseguiu arrecadar cerca de R$ 8 mil por meio de uma vaquinha online para a realização da cirurgia. Isso foi cerca de um mês após a reportagem ter sido publicada. A operação foi feita no Hospital da Ulbra, em Canoas. 

Por conta da limitação, a criança tinha dificuldades para caminhar ou mesmo apenas ficar em pé.

 – Tivemos a ajuda dos familiares e amigos que divulgaram e doaram bastante – ressalta a mãe dele, Aline Walther.

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Cirurgia 

Antes do procedimento, Taylor andava na ponta dos pés. O encurtamento no tendão de Aquiles é uma condição em que há atrofia muscular, causando dores e limitação nos movimentos dos pés. Taylor, ainda, sofria com dores nas costas e nos joelhos. 

Segundo a mãe, o procedimento cirúrgico foi realizado no dia 1° de fevereiro. Porém, Aline contou que o menino precisou ficar uma hora a mais na cirurgia por conta da operação no tendão do pé direito: 

– A cirurgia duraria uma hora apenas. Ele (Taylor) precisou ficar duas horas e meia, pois o tendão do pé direito era mais curto. Mas deu tudo certo. 

A mãe contou que o sentimento de Taylor, após o procedimento, foi de alívio.

 – Ele estava bem nervoso. Mas, ao fim, ficou muito feliz e estava louco para correr – relembra.

Taylor após o procedimento cirúrgico, precisou ficar com gesso nos pés para recuperação<!-- NICAID(14766873) -->
Recuperação após a cirurgiaFoto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

Arrecadação

A solidariedade foi além da vaquinha. Segundo a família, a cirurgia foi cobrada por hora. Os pais possuíam a quantia exata da cirurgia e, por conta do tempo a mais do procedimento no pé direito, a conta ficou mais alta. Amigos ajudaram e conseguiram completar o valor.

Alívio 

Agora, Taylor segue realizando sessões de fisioterapia. Segundo a mãe, o menino ainda tem dificuldades para caminhar, mas vai superá-las dentro de alguns meses.

 – Por enquanto, o Taylor parece um patinho, mas já conseguiu jogar futebol. Cada dia que passa, está mais independente – declara. 

Produção: Vitória Fagundes


 
 
 
 
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