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Seu Problema é Nosso03/02/2020 | 11h00Atualizada em 03/02/2020 | 14h43

Banda comunitária de Viamão precisa de apoio para a compra de novos figurinos

A banda tem o objetivo de arrecadar R$ 1 mil por meio da vaquinha online

Banda comunitária de Viamão precisa de apoio para a compra de novos figurinos Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Grupo pretende montar um corpo coreográfico Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

A cada virada de ano, é comum estipularmos metas para serem realizadas no ciclo que se inicia. Para quem integra a Banda Comunitária de Viamão (BCV), não foi diferente: 2020 começou com o objetivo de montar um corpo coreográfico – conjunto de bailarinos que acompanha as bandas marciais e de fanfarra, na linha de frente do cortejo, fazendo coreografias. 

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Porém, a BCV, que é composta por cerca de 60 crianças e jovens de sete a 24 anos, alunos de escolas municipais e estaduais de Viamão, não conta com nenhum tipo de patrocínio, mantendo-se somente por meio de doações. Sendo assim, o grupo não tem como adquirir os figurinos, sapatos e adereços necessários para pôr em prática a resolução de ano novo. 

Diante das dificuldades financeiras, a banda criou uma vaquinha online. O objetivo é arrecadar R$ 1 mil, valor que será destinado à compra dos itens. Mas, até ontem, a campanha só havia conseguido levantar R$ 150. 

Inclusão 

De acordo com a coordenadora do projeto, a dona de casa Rosana Silva Reis, 58 anos, a criação do corpo coreográfico é uma forma de atrair mais integrantes para a banda. Para ela, quanto mais pessoas se aproximarem, melhor, uma vez que o objetivo principal é justamente esse: por meio da música, proporcionar um ambiente sadio para a juventude de Viamão, afastando as crianças e adolescentes do mundo das drogas e da criminalidade. 

— Tem muitos jovens que querem participar da banda mas, às vezes, não conseguem tocar os instrumentos. Por isso decidimos criar o corpo coreográfico, para poder incluir mais pessoas. Também é algo que eles (integrantes) já pediam, pois muitos gostam de dançar – conta a coordenadora. 

Criada em 2016 pelo professor de música Éwerton Souza, 23 anos, a banda ensaia todos os sábados, das 9h às 17h, na Associação Esportiva Recreativa Comunitária Índio Jari (Rua Marechal Rondon, 17, Parque Índio Jari). Segundo Rosana, que, além de coordenadora, é mãe e avó de duas integrantes da banda – as estudantes Maria Eduarda Silva Reis, 18 anos, e Larissa dos Reis Ferreira, 14 anos –, o impacto da iniciativa na vida dos participantes é visível: 

— Todos aprendem a respeitar os outros e, a qualquer lugar que a gente vá, se comportam muito bem. As meninas (filha e neta) estão bem mais comunicativas e ativas. 

Outras aparições no DG 

Esta não é a primeira vez que a Banda Comunitária de Viamão conta com uma ajudinha do DG para realizar seus objetivos. Em outubro de 2018, o jornal mostrou pela primeira vez as necessidades do grupo que, à época, buscava apoio para participar de um campeonato. Após a reportagem, a BCV conseguiu concluir o objetivo. 

Em fevereiro do ano passado, o DG também auxiliou a banda na procura por novos instrumentos musicais. Agora, mais uma vez, os integrantes contam com a solidariedade dos leitores para conseguirem realizar o sonho de ter um corpo coreográfico. 

Como ajudar

 /// Doe na vaquinha online

/// Para mais informações sobre o projeto, outras formas de contribuir e para saber como participar, entre em contato pelos telefones (51) 98564- 9690 (Rosana) ou (51) 99784-9838 (Éwerton).

Produção: Camila Bengo

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