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#DG20ANOS17/04/2020 | 12h44Atualizada em 17/04/2020 | 14h20

Há 20 anos, Clélia escolheu o nome do Diário Gaúcho, ganhou um carro e mudou de vida

Prêmio foi suficiente para a vendedora comprar um apartamento e pagar um curso

Há 20 anos, Clélia escolheu o nome do Diário Gaúcho, ganhou um carro e mudou de vida Isadora Neumann / Agência RBS/Agência RBS
Hoje, uma mulher realizada, que encontrou na fotografia a sua paixão, com uma ajudinha da sorte e dos orixás Foto: Isadora Neumann / Agência RBS / Agência RBS

No início de 2000, uma vendedora de cachorro-quente da zona norte da Capital teve uma baita sorte. Clélia Rodrigues Braga, na época com 29 anos, ganhou a primeira promoção lançada pelo Diário Gaúcho – justamente aquela que escolheria o nome do novo jornal do Grupo RBS.

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Clélia lembra bem o valor recebido com a venda do veículo, um Vectra zero-quilômetro: R$ 34 mil (hoje, o valor corrigido ficaria em torno de R$ 142 mil). Com a grana, ela comprou um apartamento no bairro Jardim Leopoldina e pagou um curso técnico em enfermagem.

— Redefiniu a minha vida! Pude sair da casa dos meus pais e investir na minha educação — relata.

Nestes 20 anos, foram muitas as mudanças para Clélia, que atualmente mora no bairro Novo Mundo, em Gravataí. 

Clélia Rodrigues Braga é a feliz ganhadora do Carro vectra oferecido na promoção da escolha do nome do novo Jornal Popula r Diário Gaúcho do grupo RBS. Clélia é vendedora de Cachrro Quente.#PÁGINA:29#ENVELOPE: 257425#EDIÇÃO: 2ª
Com a família, cupom premiado na mão, em 2000Foto: André Feltes / Agencia RBS

A maior delas foi em 2003, quando adotou Pedro Henrique – hoje, um adolescente de 17 anos, que está no 3° ano do Ensino Médio e planeja cursar Gastronomia.

Ela também destaca a sua evolução espiritual: tornou-se mãe de santo, adotando o nome de Mãe Clélia de Oxalá Orumilaia.

Determinação

Além disso, realizou um grande desejo profissional ao tornar-se fotógrafa. De máquina fotográfica em punho, Clélia ataca em duas frentes.

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Possui um perfil destinado a fotografar eventos de religiões afro, a Ayê Fotografia, e outro para aniversários, casamentos e eventos em geral, o Clélia Braga Fotografia.

— O prêmio do Diário Gaúcho, de certa forma, fez com que eu chegasse ao meu maior objetivo, que é ser fotógrafa — conta Clélia.

Objetivos traçados

E engana-se quem pensa que a sorte da fotógrafa parou por aí. Em 2015, ela foi sorteada com um título de capitalização de um banco e recebeu R$ 50 mil. Na época, usou o prêmio em suas obrigações religiosas, comprou um carro e ainda ajudou a família.

De fala mansa, Clélia traça os seus objetivos com precisão e os busca. Os próximos são voltar a morar em Porto Alegre e firmar-se na área da fotografia, fortalecendo ainda mais o seu trabalho. Com sorte, determinação e uma ajuda dos orixás, quem duvida? 

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